Para quem nunca esteve no dia da rainha em Amsterdão, aqui fica um aperitivo...
04/05/11
18/03/11
Nightlife in Amsterdam
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Amazing tropical escapes
Exuberantes florestas tropicais, savanas cheias de vida selvagem, terras férteis e uma população diversificada de vida animal e vegetal. Parece bom? Se sim, umas férias tropicais pode ser perfeito para você. Os trópicos são irresistíveis para os turistas que gostam de ir à praia, mas também querem algo mais, seja ela caminhada, tirolesa, ou snorkeling. Reunimos aqui os 10 dos melhores destinos do mundo tropical, perto e longe. Leia mais para começar a sonhar com (e planejamento) sua própria fuga tropical.
Wet Tropics of Queensland, Austrália
http://www.smartertravel.com/photo-galleries/editorial/10-amazing-tropical-escapes.html?id=70
Wet Tropics of Queensland, Austrália
O Wet Tropics of Queensland , localizada ao longo da costa nordeste da Austrália, são um benefício para o viajante ao ar livre. Existem 41 parques nacionais, florestas tropicais, segurando as borboletas, pássaros, marsupiais, rãs, árvores e cangurus (muitas delas raras ou só-a-ser-espécie encontrada aqui), e inúmeras espécies de plantas de floração. Wallaman Falls possui a maior queda individual de qualquer cachoeira, na Austrália, e você pode explorar cerca de 150 trilhos para passeios auto-guiados. Se você preferir um guia local, há uma abundância de operadores turísticos ecológicos para mostrar-lhe as vistas. E não vamos esquecer de todas as maravilhas da Grande Barreira de Corais. Na verdade, há tantas coisas para ver e fazer na sua primeira viagem para o trópico húmido, que isto só pode apenas abrir o seu apetite, tipo: uma espécie de Martini...!!! ;)
9º Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, a decorrer de 17 deste mês a 3 de Abril.
Está de volta aquele que é provavelmente o mais doce festival do país. Na quinta-feira arranca, na vila de Óbidos, a nona edição do Festival Internacional de Chocolate, que se prolonga até 3 de Abril.
De quinta-feira a domingo, os visitantes vão poder ver um conjunto de impressionantes esculturas feitas, claro está, de chocolate.
Este ano o tema escolhido foi o património cultural de Óbidos e por isso haverá para apreciar recriações da Porta da Vila, da Igreja de Santiago, da Igreja de Santa Maria, do Santuário do Nosso Senhor Jesus da Pedra e do castelo.
Mas, além de ver o trabalho dos outros, na exposição de esculturas e nas demonstrações de gastronomia criativa vai também ser possível pôr as mãos na massa (ou no chocolate) e fazer cursos de chocolateria, de nível mais ou menos avançado (por 7,5 euros e com a duração de uma hora).
Um dos pontos altos do festival promete ser a passagem de modelos que se realiza a 2 de Abril à noite e que este ano conta com a presença dos Storytailors. Os restaurantes da vila também terão ementas especiais criadas para esta ocasião. Um bilhete de adulto custa sete euros e um de criança cinco. A organização aconselha que, sempre que possível, a visita seja feita durante a semana para evitar tempos de espera longos.
De quinta-feira a domingo, os visitantes vão poder ver um conjunto de impressionantes esculturas feitas, claro está, de chocolate.
Este ano o tema escolhido foi o património cultural de Óbidos e por isso haverá para apreciar recriações da Porta da Vila, da Igreja de Santiago, da Igreja de Santa Maria, do Santuário do Nosso Senhor Jesus da Pedra e do castelo.
Mas, além de ver o trabalho dos outros, na exposição de esculturas e nas demonstrações de gastronomia criativa vai também ser possível pôr as mãos na massa (ou no chocolate) e fazer cursos de chocolateria, de nível mais ou menos avançado (por 7,5 euros e com a duração de uma hora).
Um dos pontos altos do festival promete ser a passagem de modelos que se realiza a 2 de Abril à noite e que este ano conta com a presença dos Storytailors. Os restaurantes da vila também terão ementas especiais criadas para esta ocasião. Um bilhete de adulto custa sete euros e um de criança cinco. A organização aconselha que, sempre que possível, a visita seja feita durante a semana para evitar tempos de espera longos.
Arrábida e Sado...
Serra da Arrábida
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Serra da Arrábida
Altitude 503 m m (1646 pés)
Coordenadas 38° 29′ N 8° 58′ W
Localização Península de Setúbal
A Serra da Arrábida é uma elevação situada na margem norte do estuário do Rio Sado, na Península de Setúbal, Portugal, com o ponto mais alto a 501 metros de altitude e características peculiares de clima e flora. O seu clima é temperado mediterrânico, apresentando uma flora rica em espécies mediterrânicas, tais como a azinheira, sobreiro, carvalho. O topónimo Arrábida tem origem desconhecida. Há quem pense[quem?] que vem do castelhano Rábida, através do árabe al-ribat, e defenda que «arrábita» é uma palavra de origem árabe que significa grosso modo «local de oração», ligando-se semanticamente ao verbo "vigiar" em árabe. Outra hipótese para a origem deste topónimo bem como de outros na região tais como Évora, Sado e Sesimbra é terem origem nos povos proto e pré-históricos do sul de Portugal tais como os cónios e relacionados com a cultura megalitica.
Aqui viveram os poetas Frei Agostinho da Cruz e Sebastião da Gama, que fizeram da serra um motivo recorrente nas suas obras.
Parque Natural da Arrábida
Convento da Arrábida
O Parque Natural da Arrábida, fundado em 1976, com uma área aproximada de 10 800 hectares, protegendo a vegetação maquis de tipo mediterrânico nascida deste microclima com semelhanças a regiões Adriáticas, como a Dalmácia. A fauna é bastante diversificada, apesar de ter sofrido grandes alterações desde o século XIX. Até ao início do século XX era ainda possível observar lobos, javalis e veados. Da fauna actual fazem parte, entre outros, o gato-bravo (Felis silvestris), a raposa (Vulpes vulpes), a lebre (Lepus capensis), o morcego, a águia de bonelli (Hieraetus fasciatus) o bufo real (Bubo bubo), a perdiz (Alectoriz rufus) e o andorinhão real (Apus melba). Em 2004, como já aconteceu anteriormente, um fogo destruiu uma parte significativa do Parque, que lentamente vem recuperando.
Praias
As praias protegidas pela serra, de águas tranquilas e transparentes, são populares entre os habitantes de Setúbal e Lisboa. O Portinho da Arrábida uma baía com uma pequena ilha, a Anicha, que forma um porto natural abrigado pela serra é, junto com a praia da Figueirinha, uma das mais populares da região.
Convento da Arrábida
O Convento da Arrábida fica escondido entre as árvores da vertente sul da serra, virada para o mar. Esta construção do século XVI foi outrora um mosteiro franciscano. As cinco torres redondas sobre a falésia foram talvez usadas para meditação solitária. O local assumiu dimensões religiosas a partir de 1250, quando, de acordo com a tradição, Hildebrando, um mercador das ilhas britânicas, ergueu uma pequena ermida devotada a Nossa Senhora, em acção de graças pelo milagre que ali o salvou de um naufrágio. Na primeira metade do século XVI, entre 1539 e 1542, D. João de Lencastre (1501-1571), 1.º Duque de Aveiro, fez erguer o primitivo convento, doado ao franciscano espanhol Frei Martinho de Santa Maria, que ali desejava viver como eremita. Aqui se recolheu o poeta Agostinho Pimenta (1540-1619), conhecido por Frei Agostinho da Cruz, nome que adoptou quando se tornou frade capuchinho, recolhendo-se no Convento da Arrábida durante vinte anos. Os trabalhos de edificação prosseguiram entre a segunda metade do século XVI e a primeira metade do século XVII, pela devoção do 2º e do 3º duques de Aveiro, aos quais se devem a hospedaria e as estações dos Passos da Paixão, e da da nora do 3º Duque, responsável pelas capelas de São Paulo e de São João do Deserto. Em meados do século XVII, o 4º Duque de Aveiro promoveu a construção da capela do Bom Jesus. No século XIX, com a extinção das ordens religiosas em Portugal, as instalações do Convento foram abandonadas pelos frades franciscanos (1834), sendo adquiridas pelos duques de Palmela (1863). Ao final do século XX, foram adquiridas pela Fundação Oriente (1990), que as requalificou como espaço cultural.
Forte de Santa Maria da Arrábida
O Forte de Santa Maria da Arrábida, pequena fortificação marítima iniciada entre 1670 sob o reinado de D. Pedro II, com a função de defesa do chamado portinho e o Convento da Arrábida, destino de peregrinação. Reconstruído ao final do século XVIII (1798), esteve em operação até ao reinado de D. Luís. A partir de 1932 foi adaptado às funções de pousada pelos pais do poeta Sebastião da Gama (1924-1952) que escreveu variados poemas sobre o local até 1976. A partir de 1978 integra o Parque Natural da Arrábida como Museu Oceanográfico (1991), com um centro de biologia marinha, uma pequena loja de itens relacionados à área protegida do parque e café.
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Serra da Arrábida
Altitude 503 m m (1646 pés)
Coordenadas 38° 29′ N 8° 58′ W
Localização Península de Setúbal
A Serra da Arrábida é uma elevação situada na margem norte do estuário do Rio Sado, na Península de Setúbal, Portugal, com o ponto mais alto a 501 metros de altitude e características peculiares de clima e flora. O seu clima é temperado mediterrânico, apresentando uma flora rica em espécies mediterrânicas, tais como a azinheira, sobreiro, carvalho. O topónimo Arrábida tem origem desconhecida. Há quem pense[quem?] que vem do castelhano Rábida, através do árabe al-ribat, e defenda que «arrábita» é uma palavra de origem árabe que significa grosso modo «local de oração», ligando-se semanticamente ao verbo "vigiar" em árabe. Outra hipótese para a origem deste topónimo bem como de outros na região tais como Évora, Sado e Sesimbra é terem origem nos povos proto e pré-históricos do sul de Portugal tais como os cónios e relacionados com a cultura megalitica.
Aqui viveram os poetas Frei Agostinho da Cruz e Sebastião da Gama, que fizeram da serra um motivo recorrente nas suas obras.
Parque Natural da Arrábida
Convento da Arrábida
O Parque Natural da Arrábida, fundado em 1976, com uma área aproximada de 10 800 hectares, protegendo a vegetação maquis de tipo mediterrânico nascida deste microclima com semelhanças a regiões Adriáticas, como a Dalmácia. A fauna é bastante diversificada, apesar de ter sofrido grandes alterações desde o século XIX. Até ao início do século XX era ainda possível observar lobos, javalis e veados. Da fauna actual fazem parte, entre outros, o gato-bravo (Felis silvestris), a raposa (Vulpes vulpes), a lebre (Lepus capensis), o morcego, a águia de bonelli (Hieraetus fasciatus) o bufo real (Bubo bubo), a perdiz (Alectoriz rufus) e o andorinhão real (Apus melba). Em 2004, como já aconteceu anteriormente, um fogo destruiu uma parte significativa do Parque, que lentamente vem recuperando.
Praias
As praias protegidas pela serra, de águas tranquilas e transparentes, são populares entre os habitantes de Setúbal e Lisboa. O Portinho da Arrábida uma baía com uma pequena ilha, a Anicha, que forma um porto natural abrigado pela serra é, junto com a praia da Figueirinha, uma das mais populares da região.
Convento da Arrábida
O Convento da Arrábida fica escondido entre as árvores da vertente sul da serra, virada para o mar. Esta construção do século XVI foi outrora um mosteiro franciscano. As cinco torres redondas sobre a falésia foram talvez usadas para meditação solitária. O local assumiu dimensões religiosas a partir de 1250, quando, de acordo com a tradição, Hildebrando, um mercador das ilhas britânicas, ergueu uma pequena ermida devotada a Nossa Senhora, em acção de graças pelo milagre que ali o salvou de um naufrágio. Na primeira metade do século XVI, entre 1539 e 1542, D. João de Lencastre (1501-1571), 1.º Duque de Aveiro, fez erguer o primitivo convento, doado ao franciscano espanhol Frei Martinho de Santa Maria, que ali desejava viver como eremita. Aqui se recolheu o poeta Agostinho Pimenta (1540-1619), conhecido por Frei Agostinho da Cruz, nome que adoptou quando se tornou frade capuchinho, recolhendo-se no Convento da Arrábida durante vinte anos. Os trabalhos de edificação prosseguiram entre a segunda metade do século XVI e a primeira metade do século XVII, pela devoção do 2º e do 3º duques de Aveiro, aos quais se devem a hospedaria e as estações dos Passos da Paixão, e da da nora do 3º Duque, responsável pelas capelas de São Paulo e de São João do Deserto. Em meados do século XVII, o 4º Duque de Aveiro promoveu a construção da capela do Bom Jesus. No século XIX, com a extinção das ordens religiosas em Portugal, as instalações do Convento foram abandonadas pelos frades franciscanos (1834), sendo adquiridas pelos duques de Palmela (1863). Ao final do século XX, foram adquiridas pela Fundação Oriente (1990), que as requalificou como espaço cultural.
Forte de Santa Maria da Arrábida
O Forte de Santa Maria da Arrábida, pequena fortificação marítima iniciada entre 1670 sob o reinado de D. Pedro II, com a função de defesa do chamado portinho e o Convento da Arrábida, destino de peregrinação. Reconstruído ao final do século XVIII (1798), esteve em operação até ao reinado de D. Luís. A partir de 1932 foi adaptado às funções de pousada pelos pais do poeta Sebastião da Gama (1924-1952) que escreveu variados poemas sobre o local até 1976. A partir de 1978 integra o Parque Natural da Arrábida como Museu Oceanográfico (1991), com um centro de biologia marinha, uma pequena loja de itens relacionados à área protegida do parque e café.
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Agenda de concertos em Amsterdão...
Se está a pensar viajar para Amsterdão, aqui tem a lista de concertos que poderá encontrar durante a sua visita. Aconselho vivamente o Dia da Rainha 30 de Abril , onde o povo se veste de Laranja para uma festa única de uma alegria contagiante. Para quem não conhece e tem a possibilidade de conhecer, a não perder.
http://concert.agenda-uitgaan.nl/voorstellingen/stad/amsterdam?page=38
http://concert.agenda-uitgaan.nl/voorstellingen/stad/amsterdam?page=38
17/03/11
Amsterdão, Dia da Rainha
Amesterdão, Dia da Rainha 30-05-2010
Saímos pela noitinha, com alguns destinos na bagagem.
Pelo meio da boa disposição de quem viaja, parámos em Grândola. Nada melhor do que aconchegar o estômago com um piano a sair da brasa, e acalmar o espírito com umas frescas “mines”. A caminho da OviBeja, até que entrámos bem no Alentejo a ouvir umas belas gargalhadas com sotaque. A boa disposição dos alentejanos, funciona sempre como uma bela injecção para curar o estado serio de uma semana de trabalho. Chegámos a Beja, com a moral em alta para uma noite divertida num ambiente de festa. Bebemos, rimos e dançámos como se não houvesse amanhã mas nunca esquecendo que tínhamos um avião para apanhar ás 7h em Faro. O Bruno, profundo conhecedor das estradas alentejanas, ao ouvir-me dizer: - Cuidado para não apanharmos a estrada da Serra! Retorquiu com um, - Eu conheço isto bem, está descansado!
Escusado será dizer que fomos pela estrada da Serra, a ver a vida a andar para trás. A meio da viagem e com o deposito de gasolina a dar sinais de emagrecimento numa estrada escura e deserta, posso dizer que não me via a apanhar o avião, lamentando: - Nunca mais faço outra, perder uma viagem destas por uma noite na OviBeja até ás 4 da manhã, ninguém merece!
O Quim, profundo conhecedor da máquina que tinha em mãos, lá resolveu carregar a fundo quando podia pois… havia que poupar combustível. Incrivelmente, chegámos ao aeroporto meia hora antes do voo partir e com a ajuda de um funcionário, lá entramos no avião. A ansiedade adormeceu, e a parvoíce instalou-se. Num avião quase vazio, parecíamos três putos a delirar por não termos ficado em terra. Isso de rir é bom mas… quando é demais cansa, foi neste estado que chegamos á Holanda. Ao chegarmos a Tiel, só ouvíamos o Vasquinho dizer: - Epá, despachem-se vamos embora para Amesterdão!
Então, assim quase de seguida, ainda ouvimos o Bruno dizer: - Vistam estas t-shirts!
Tinha mandado fazer 4 t-shirts em Portugal com o nosso nome e uma pequena bandeira de Portugal nas costas, alusivas ao dia da rainha.
E pronto, já estávamos a viajar novamente, agora de comboio.
Por volta das 13 e picos já estávamos em Amesterdão no meio da festa, éramos 4 no inicio. Nas janelas de um 1º andar abertas, estavam 3/4 Djs a passar um som brutal, foi a nossa 1ª paragem depois de atestados com umas garrafitas de vinho do Porto. Foi então que rapidamente o grupo começou a aumentar, depois de várias paragens em lugares idênticos com animação parecida. Foi sempre assim, sempre a abrir todo o dia. Quem vai para uma festa assim, não deve ter uma obrigação, mas nós tínhamos o dever de apanhar o comboio de volta na manhã do dia seguinte. Foi então que, a dançar na rua junto a um canal e em frente de uma mesa com um DJ, atingi o auge, como se a noite tivesse a chegar ao fim. Preocupado com o comboio matinal que havia para apanhar, perguntei ao Vasquinho: - Que horas são! E ele respondeu: - São 6h! Foi então que perguntei: - Mas… são 6 da tarde ou 6 da manhã…!
Tinha perdido a noção do tempo mas nunca do lugar.
Quando falei com um casal que estava num barco encostado á muralha para irmos com eles andar pelos canais, cheios de música e barcos em festa, ele disse: - Ok, podem vir 6 pessoas, tragam um pack de cervejas! Foi ai que olhei para trás, contei quantos éramos e respondi: - Ok, obrigado mas não vai dar, somos 17!
Voltarei sempre que puder...
perfect spot, 20-12-2010
Saímos pela noitinha, com alguns destinos na bagagem.
Pelo meio da boa disposição de quem viaja, parámos em Grândola. Nada melhor do que aconchegar o estômago com um piano a sair da brasa, e acalmar o espírito com umas frescas “mines”. A caminho da OviBeja, até que entrámos bem no Alentejo a ouvir umas belas gargalhadas com sotaque. A boa disposição dos alentejanos, funciona sempre como uma bela injecção para curar o estado serio de uma semana de trabalho. Chegámos a Beja, com a moral em alta para uma noite divertida num ambiente de festa. Bebemos, rimos e dançámos como se não houvesse amanhã mas nunca esquecendo que tínhamos um avião para apanhar ás 7h em Faro. O Bruno, profundo conhecedor das estradas alentejanas, ao ouvir-me dizer: - Cuidado para não apanharmos a estrada da Serra! Retorquiu com um, - Eu conheço isto bem, está descansado!
Escusado será dizer que fomos pela estrada da Serra, a ver a vida a andar para trás. A meio da viagem e com o deposito de gasolina a dar sinais de emagrecimento numa estrada escura e deserta, posso dizer que não me via a apanhar o avião, lamentando: - Nunca mais faço outra, perder uma viagem destas por uma noite na OviBeja até ás 4 da manhã, ninguém merece!
O Quim, profundo conhecedor da máquina que tinha em mãos, lá resolveu carregar a fundo quando podia pois… havia que poupar combustível. Incrivelmente, chegámos ao aeroporto meia hora antes do voo partir e com a ajuda de um funcionário, lá entramos no avião. A ansiedade adormeceu, e a parvoíce instalou-se. Num avião quase vazio, parecíamos três putos a delirar por não termos ficado em terra. Isso de rir é bom mas… quando é demais cansa, foi neste estado que chegamos á Holanda. Ao chegarmos a Tiel, só ouvíamos o Vasquinho dizer: - Epá, despachem-se vamos embora para Amesterdão!
Então, assim quase de seguida, ainda ouvimos o Bruno dizer: - Vistam estas t-shirts!
Tinha mandado fazer 4 t-shirts em Portugal com o nosso nome e uma pequena bandeira de Portugal nas costas, alusivas ao dia da rainha.
E pronto, já estávamos a viajar novamente, agora de comboio.
Por volta das 13 e picos já estávamos em Amesterdão no meio da festa, éramos 4 no inicio. Nas janelas de um 1º andar abertas, estavam 3/4 Djs a passar um som brutal, foi a nossa 1ª paragem depois de atestados com umas garrafitas de vinho do Porto. Foi então que rapidamente o grupo começou a aumentar, depois de várias paragens em lugares idênticos com animação parecida. Foi sempre assim, sempre a abrir todo o dia. Quem vai para uma festa assim, não deve ter uma obrigação, mas nós tínhamos o dever de apanhar o comboio de volta na manhã do dia seguinte. Foi então que, a dançar na rua junto a um canal e em frente de uma mesa com um DJ, atingi o auge, como se a noite tivesse a chegar ao fim. Preocupado com o comboio matinal que havia para apanhar, perguntei ao Vasquinho: - Que horas são! E ele respondeu: - São 6h! Foi então que perguntei: - Mas… são 6 da tarde ou 6 da manhã…!
Tinha perdido a noção do tempo mas nunca do lugar.
Quando falei com um casal que estava num barco encostado á muralha para irmos com eles andar pelos canais, cheios de música e barcos em festa, ele disse: - Ok, podem vir 6 pessoas, tragam um pack de cervejas! Foi ai que olhei para trás, contei quantos éramos e respondi: - Ok, obrigado mas não vai dar, somos 17!
Voltarei sempre que puder...
perfect spot, 20-12-2010
Japão
Falamos de Destinos, falamos de férias, falamos deste nosso Mundo que nos oferece coisas fantásticas, mas que, por vezes, atraiçoa quando menos espera. Por isso, queremos deixar aqui uma mensagem que consiga, de alguma forma, mostrar a nossa solidariedade com o povo Japonês. Esperamos que corra tudo pelo melhor e que não se assistam a demais danos. Força!
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